Thor Soluções

Está Pagando Juros Muito Alto Na Sua Parcela? Não Perca o Seu Veículo!

Consultoria financeira especializada no código de defesa do consumidor, atuando nos direitos e deveres com soluções e proposta para os JUROS ABUSIVOS!

SERVIÇOS

Conheça um pouco mais sobre nossas especialidades.

Revisional de Carro

Medida Legal que permite reajustar o valor da prestação do seu carro.

Revisional de Moto​

Medida Legal que permite reajustar o valor da prestação da sua moto.

Revisional de Caminhão​

Medida Legal que permite reajustar o valor da prestação do seu caminhão.

Busca e Apreensão

Não perca o seu veículo para o Banco!. Faça uma revisão contratual.

Juros Abusivos

Não pague mais juros abusivos no financiamento ao banco do seu veículo.

Contratos Bancários

Medida Legal que permite reajustar o valor da prestação de um contrato bancário.

SOBRE NÓS

Thor Soluções

A Thor Soluções é uma empresa que atua em prol dos consumidores, considerada uma das melhores empresas do segmento, a fim de que seja computado tudo o que é cobrado indevidamente pelas financeiras, de forma a permitir que seus direitos sejam resguardados, auxiliando em negociações EXTRAJUDICIAIS realizadas diretamente com as financeiras e seus respectivos escritórios de cobrança.

A empresa é composta por uma equipe especializada em negociação extrajudicial e judicial com profissionais experientes de capacidade comprovada, contando também com especialistas da área de contratos de financiamentos.

Número de Parcelas Reduzidas
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Número de Quitações com 50%
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Número De Quitações 70%
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Número De Clientes Satisfeitos
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DEPOIMENTOS

Conheça os cases de sucesso da THOR SOLUÇÕES

Classificado como 5 de 5

Consegui reduzir a parcela do meu carro bem rápido. Me ajudou bastante a não perder o carro.

Juliana B.

Classificado como 5 de 5

Me ajudaram a não perder a minha moto. Para mim foi muito importante, pois trabalho fazendo entregas.

José L.

Classificado como 5 de 5

Quitei o meu carro com valor bem baixo graças a eles. Tiraram todos os juros abusivos.

Augusto G.

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Perguntas Frequentes (Faq)

Ficou com alguma dúvida?

Quanto tempo demora a ação?

A liminar em média é obtida entre 15 a 45 dias (dependendo se concedida pelo juiz ou pelo Tribunal).

A liminar pode ser deferida (concedida) de forma parcial, completa ou mesmo indeferida (negada).

Caso o juízo negue a liminar, se entra com um recurso para o Tribunal de Justiça. Deferida a liminar, o autor ficará com o seu nome limpo e de posse do bem até o julgamento da causa ou revogação da liminar.

O processo, após a liminar, vai ter trâmite padrão, ou seja: o réu contestará, o autor apresentará a réplica, vão ser produzidas as provas (de regra não haverá audiência), haverá uma sentença com o recurso que será julgado pelo Tribunal, após haverá mais recursos e a coisa assim vai indo… Pois bem, durante o tempo da ação, o autor ficará depositando em juízo o valor que entende dever, e aproveitará esta folga em seu orçamento para buscar o seu equilíbrio financeiro.

Paralelamente ao processo se iniciará tratativas de negociação com o banco na busca de um acordo, de fato mais de 90% das ações revisionais acabam em acordo através do qual o credor concede algum desconto para encerrar a questão levantando o dinheiro que foi depositado pelo autor em juízo. Assim podemos dizer que se a pessoa não optar por um acordo o processo pode durar até mesmo mais de dois anos, já quando a pessoa opta pelo acordo o processo irá demorar o tempo necessário para a pessoa reunir o valor do acordo.

Nosso escritório já atuou em inúmeras revisionais e durante este tempo todo, nunca encontramos uma situação na qual o cliente ficasse sem crédito ao final dos processos, de fato o que já ocorreu é o seguinte:

O cliente não conseguia crédito porque apesar de não estar no SPC ou no SERASA ainda estava inscrito no SISBACEN. Nestas situações provamos a inscrição e de regra o juízo determinou a baixa do registro e o crédito voltou a ficar liberado.

B) Durante o curso da ação o cliente não consegue crédito no banco contra o qual ajuizou a ação. Tal situação de regra se normaliza após a revisional

C) No entanto, se ficar demonstrado que algum banco lhe negou crédito porque consultou e encontrou uma revisional em seu nome, podemos:

Solicitar que a justiça, passe o processo para segredo de justiça, de forma que ninguém poderá mais consultá-lo;

Ajuizar uma ação de indenização contra quem lhe negou o crédito, pois você exerceu um direito, e a negação do mesmo é um absurdo completo, uma ilegalidade extremamente grave, pois agride não somente o Código de Defesa do Consumidor, mas a própria Constituição Federal.

D) Por fim e por lógico não podemos prometer que você não sofrerá nenhuma retaliação pelo ajuizamento da ação, até mesmo porque uma coisa é a lei e outra é a prática, logo voltamos a dizer que “revisional de contrato não serve para economizar dinheiro, mas sim para resolver problemas reais” e só deve ser utilizada nestas situações.

Se o julgador, bem como o tribunal, negar a liminar, pode-se tomar várias atitudes, dependendo da situação do contrato. Em resumo, podemos dizer que:

A) Se o contrato está em dia e o financiado têm condições de continuar pagando: Nesta situação, pede-se inicialmente, para o julgador, que então permita o depósito da parcela integral em juízo, sendo ela deferida, o cliente conseguirá um desconto de até 70% em sua divida. Agora, caso seja indeferida, o processo irá continuar normalmente, assim como os pagamentos, ao final, o cliente receberá a quitação do veículo como se não houvesse processo, então, solicitamos a devolução de todo valor pago a mais.

B) Se o contrato não esta em dia, o devedor não tem condições de pagar as atrasadas, mas consegue pagar as futuras. Neste caso, vale tudo que está acima, a diferença é que, se o julgador não aceitar o pagamento em juízo, então o cliente passa a pagar as parcelas futuras e deixa para resolver as atrasadas, dentro do processo ou por uma ação de consignação.

C) Se não consegue mais pagar e o julgador não aceita depósitos com liminar de forma alguma. Neste caso o cliente deve fazer depósitos por conta e risco no judiciário e monitorar semanalmente a ocorrência de busca e apreensão. Caso o banco ingresse com o processo você deve avisar o seu advogado para que este consiga trancar a busca e apreensão alegando estes pagamentos e a revisional.  

Não. Este é um erro muito comum, que acaba gerando muita confusão.

O fato de você entrar com a ação, não lhe autoriza a parar de pagar ou mesmo a fazer os depósitos judiciais.

É necessário que você obtenha uma liminar para poder começar a fazer os depósitos em juízo, assim, antes de obter a liminar, você deve continuar pagando as suas prestações normalmente caso não queira ser vítima de uma busca e apreensão ou ter o seu nome inscrito nos órgãos SPC/SERASA.

As assessorias representantes dos bancos poderão continuar realizando ligações de cobrança. A partir do momento que a nossa empresa assume a negociação, é importante informar nossos contatos, que consta no contrato, para fazermos essa tratativa.

As instituições bancárias, quando conseguem falar e negociar com o cliente, passam a dificultar a negociação com a nossa empresa. Nós enviamos às instituições credoras um comunicado informando que toda responsabilidade de negociação, no âmbito nacional, passa a ser nossa.

Algumas instituições com o objetivo de não negociar conosco, irão insistir em falar com você e até mesmo descredibilizar a empresa para conseguir receber valores que eles determinarem. É de máxima importância deixar nossa empresa realizar essa negociação.

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